sexta-feira, 28 de junho de 2013 @ postado por Marina Maciel

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Marina Maciel – publicado no site Planeta Sustentável e no site da revista Superinteressante

Você com certeza já viu nas redes sociais a foto de alguma pessoa necessitada, como a criança da foto acima, acompanhada do apelo “curta e ajude a salvar uma vida”. Apesar de ser tentador imaginar que, simplesmente, apertar um botão pode mudar a vida de alguém, a ONG Crisis Relief Singapore* afirma: o seu like não faz a menor diferença.

Para mostrar isso às pessoas e propor uma solução mais eficaz, a entidade desenvolveu campanha – em parceria com a agência Publicis de Singapura – que conta com três imagens reais, feitas pela imprensa, com mãos com polegares para cima em sinal de aprovação incluídas com Photoshop, imitando o símbolo “curtir” do Facebook. Todas elas trazem a mesma mensagem: Curtir não está ajudando. Seja um voluntário. Mude uma vida.

Veja abaixo os outros dois anúncios:

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Mas esta não é a primeira vez que uma entidade critica a onda do “curta e ajude alguém”. Segundo o Unicef – Fundo das Nações Unidas para a Infância, likes não financiam remédios, água ou comida. Para quem não pode doar tempo ou habilidades no voluntariado, a doação de dinheiro também é uma opção de ajuda. Na esperança de conscientizar as pessoas, o órgão da ONU produziu vídeo que mostra que apenas curtir a fanpage de uma instituição, sem fazer doações, é bom para divulgar a iniciativa, mas não ajuda alguém, realmente. Assista ao vídeo abaixo (em inglês):

*Crisis Relief Singapore

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